Prefeitura de Bom Jardim também colaborou com o caso da menina Maria Larah, que precisa da doação de medula óssea

A solidariedade pode ser traduzida em gestos concretos. E um deles pôde ser visto no Posto de Saúde José Alberto Erthal, durante todo o sábado, dia 15, quando veio a Bom Jardim a equipe de um dos laboratórios da UERJ, vinculado ao Banco de Sangue Herbert de Souza, do Hospital Pedro Ernesto. Voluntários do município, de cidades distantes e próximas abraçaram a causa da menina Maria Larah, que precisa encontrar um doador compatível de medula óssea. Com apenas oito anos, ela enfrenta um caso sério que envolve a sua saúde. Trata se da Mielodisplasia, uma enfermidade que impede a formação de glóbulos vermelhos, neutrófilos e plaquetas, e que acabou sendo descoberta causalmente.

Enquanto o problema não é solucionado, Maria Larah se submete a constantes avaliações médicas no hospital do Fundão, Rio de Janeiro. É nesta instituição pública que os pais da menina, José Adevane e Eliza Eller precisam levá la mensalmente. De acordo com a mãe, já aconteceu de a criança necessitar de atendimento especializado uma vez por semana.

Arraigados na fé, a família, que é católica, acredita que vai superar este obstáculo da vida.

Essa luta tem um fim. A gente quer ganhar, disse a mãe de Maria Larah.

Além do apoio dos comerciantes bonjardinenses, a prefeitura de Bom Jardim se juntou à família da garota.

Tenho certeza que desse encontro sairá uma pessoa compatível. E, tudo o que depender da Prefeitura, a gente estará de braços abertos para ajudar à família e a outras pessoas que precisam, disse o prefeito Antonio Gonçalves.

O Secretario de Saúde, Marcos Welber, recordou da adesão de pessoas que residem fora do estado do Rio. Além disso, ele destacou a proximidade da pasta para a realização deste trabalho em conjunto.

É importante frisar que, desde que nós assumimos a Secretaria de Saúde, a gente vem acompanhando de perto o caso da Maria Larah. Desde que o Adevane e a Eliza nos solicitaram este apoio, mergulhamos de cabeça com eles, até porque essa situação não é exclusiva da menina. Nós temos vários casos de pacientes que precisam do transplante de medula, revelou Welber.

A Secretaria de Promoção Social do município, assim como a Defesa Civil e a Guarda Municipal fizeram parte desta tarefa do bem.

Durante todo o dia, cerca de 1400 pessoas compareceram à unidade de saúde.

No estado do Rio e Capital fluminense cerca de 850 pacientes estão à procura de um doador de medula óssea. De acordo com Monica da Cruz, formada em Biologia , lotada no laboratório HLA –UERJ, 75% das pessoas que são acometidas pela doença não encontram dentro do próprio lar alguém que esteja apto a fazer a doação, sendo comum a procura da compatibilidade fora do país. 
Para Monica, algumas questões precisam ser revistas por quem se disponibilizou a ajudar. 
A ficha que o doador preenche é extremamente importante, pois sem os dados corretos não é possível localizá lo. Também é importantíssimo que o doador atualize seus dados no site do REDOME , sempre que houver alguma alteração, disse a profissional. 
Existem mais de 80 patologias que são tratadas através da doação da medula óssea. 
O Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) é regulado pelo INCA, Hospital do Câncer, localizado no Rio de Janeiro.

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